Não, nunca entrevistei nenhuma celebridade e nem pretendo. Não digo que nunca farei, mas por enquanto esse não é o meu plano.
Quero trabalhar com música, mas não quero ser crítica, sabe como é, aquela velha história: quem não sabe, faz; quem acha que sabe, ensina e quem nem isso consegue, vira crítico.
Sei lá, só quero indicar o que eu acho interessante de ser ouvido, de se acompanhar, mas isso de certa forma já vira uma crítica, até porque vai por gosto, um gosto meu que pode ser bem diferente do teu.
Espero trabalhar com música, com artes e literatura e principalmente atuar nos palcos da vida. O teatro é a paixão mor que vem me movendo nesses últimos tempos e é algo que não pretendo me desfazer.
São tantas coisas que quero fazer, tantos rumos pra seguir... Aí só me restam confusões, divagações e mais conflitos existenciais, já deveria estar acostumada, mas não estou. Minha cabeça está fervendo, efervescencia total! Muitos planos, projetos de curto, médio e longo prazo. Acho que estou enlouquecendo, mas no fundo sei que não estou, amo essa correria, sei que no fim dará tudo certo e ficarei em paz. O problema é que essas férias estão me matando, fico pensando, pensando e pensando e isso funde com a cabeça da pessoa. Mas ok, semana que vem tudo volta ao normal, ai nem tempo pra comer eu tenho..
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Algo me diz que Preciso escrever, mas escrever o quê? Sobre o quê? Gostaria de ser tão boa com as palavras faladas quanto eu acho que sou com as escritas.
Ouvindo Alright do Supergrass, vejo que não estou bem. Talvez o tédio das férias, talvez seja porque eu pensei ter encontrado amigas mas que são somente parceiras de festas. Mas não estou desiludida, ao menos não desta vez.
Rabiscando nas últimas páginas de um caderno, percebo o mundo lá fora emoldurado pela minha janela cor de prata. Pessoas que passam por aqui, estas sim, chamam minha atenção. Todas têm uma história, um porquê de estarem passando ali e indo em alguma direção, com seus passos firmes e apressados ou leves e descontraídos.
Gosto de falar, e muito, porém nunca sei o que dizer. Se o mundo fosse como nos tempos de colégio em que me comunicava com verdadeiras cartas (sim, cartas! Bilhetinhos eram muito pequenos para mim.) aí sim, sairia-me melhor.
Parece que tudo é perfeito e eu me sinto uma estranha. Hoje faço coisas que há muito tempo queria fazer, mas creio que o encanto se desfez. Não me satisfazem como pensei que me satisfariam.
Ouvindo Alright do Supergrass, vejo que não estou bem. Talvez o tédio das férias, talvez seja porque eu pensei ter encontrado amigas mas que são somente parceiras de festas. Mas não estou desiludida, ao menos não desta vez.
Rabiscando nas últimas páginas de um caderno, percebo o mundo lá fora emoldurado pela minha janela cor de prata. Pessoas que passam por aqui, estas sim, chamam minha atenção. Todas têm uma história, um porquê de estarem passando ali e indo em alguma direção, com seus passos firmes e apressados ou leves e descontraídos.
Gosto de falar, e muito, porém nunca sei o que dizer. Se o mundo fosse como nos tempos de colégio em que me comunicava com verdadeiras cartas (sim, cartas! Bilhetinhos eram muito pequenos para mim.) aí sim, sairia-me melhor.
Parece que tudo é perfeito e eu me sinto uma estranha. Hoje faço coisas que há muito tempo queria fazer, mas creio que o encanto se desfez. Não me satisfazem como pensei que me satisfariam.
I CAN'T GET NO SATISFACTION!
Não, eu não me vejo estereotipada em padrão algum, nem nos que não se encaixam em padrões. Sinto-me perdida numa inércia sem fim.
Esse será o meu fim? Eu terei um fim? Alguém terminou assim?
Só sei o que eu não quero e o que não me atrai. Em Felizes para Sempre eu não acredito mais!
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