E pensar que só agora tive coragem de publicar "Carta a JP I e II". Tive que esperar um sentimento adormecer - sim, adormecer, pois o amor nunca morre. - para ter a ousadia de me revelar. Embora meus entes soubessem disso, certamente não tinham noção da intensidade e da importância que esse sentimento tinha para mim.
Whatever, hoje não tenho mais porquê esconder isso de ninguém e nem de mim. É brega, é clichê, é tosco e tudo mais, mas é assim. Hoje eu consigo aceitar isso e sei que o passado é passado, e como eu nunca fui de esconder tudo o que fiz, estão aí as tais cartas. Foda-se o mundo, mas hoje eu consigo dizer que não te amo mais da mesma forma que te amei. Hoje eu me libertei disso tudo, desse sentimento doentio que me fazia mal.
Obrigada por ter me ensinado que coisas ruins não tem limite e as boas sim. Não, não estou amargurada, mesmo! Pela primeira vez na vida me sinto bem comigo em relação a ti. Então é isso, foi bom enquanto durou e foi péssimo quando "acabou", mas agora eu consegui seguir em frente e a maior prova disso é que não choro mais ouvindo Janta.
Eu avisei que o amor era brega,clichê, tosco e tudo mais. Não reclame.
P.S.: e tu não és tão foda quanto eu pensava que fosses.
.lola
devaneios, crônicas, pensamentos e tudo mais que eu quiser.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Carta a JP
e como pode doer tanto, saber que estraguei tudo e que nunca te terei do jeito que quero, em tão pouco tempo?? como posso provar que mudei, que me arrependo e que jamais faria nada para te magoar novamente??
queria tanto que ficássemos juntos e que desse certo, porque eu sei que você é o cara certo pra mim, você é especial e é tudo que eu sempre quis. e eu queria ser a garota certa para você, apesar de não ter a liberdade que você queria que eu tivesse, queria que gostasse de mim tanto quanto eu te gosto. não te culpo, eu sempre faço tudo errado, sou uma idiota por achar que dessa vez daria certo.
o tempo que passamos juntos não conta em nada? os abraços animados no meio da festa no dia que nos conhecemos, o telefonema do dia seguinte, o dia seguinte, o almoço, nossa primeira transa, o cinema, o dvd do guns que não assistimos, todos os telefonemas e mensagens, todas nossas transas, o dia que nos chamaram de Camelo e Mallu, as pizzas, as pipocas, as tentativas de ver filmes, a festa em NH com o ônibus mais maluco do mundo, minha calça de pneu, o receio que eu tinha de conhecer tua avó e o que ela disse quando a conheci, será que nada disso você leva em conta?? cantar móveis pulando na calçada com as pizzas… e todas as vezes que eu dava um jeito pra te ver, todas as surpresas que tentei te fazer, tudo o que eu sinto.. foi em vão???
dói saber que o cara mais foda que eu já conheci, o cara que eu mais gostei em toda minha vida, que me faz uma pessoa melhor, enfim, o cara que mudou minha vida não gosta de mim tanto quanto eu gosto dele e por causa de um deslize meu, eu nunca o terei. não por inteiro. não como eu quero.
isso dói e muito.
mas ok, quero te ver bem e talvez você mereça alguém bem melhor que eu, que não tenha tantos defeitos assim e consiga não se apegar tão fácil e rápido ao cara mais perfeito que ela conhece.
Espero que você seja MUITO, mas MUITO feliz, mesmo longe de mim. Porque nesses 2 meses e 19 dias, tu me fez a pessoa mais feliz do mundo. eu te gosto e muito.
*Escrito originalmente em Junho de 2010.
queria tanto que ficássemos juntos e que desse certo, porque eu sei que você é o cara certo pra mim, você é especial e é tudo que eu sempre quis. e eu queria ser a garota certa para você, apesar de não ter a liberdade que você queria que eu tivesse, queria que gostasse de mim tanto quanto eu te gosto. não te culpo, eu sempre faço tudo errado, sou uma idiota por achar que dessa vez daria certo.
o tempo que passamos juntos não conta em nada? os abraços animados no meio da festa no dia que nos conhecemos, o telefonema do dia seguinte, o dia seguinte, o almoço, nossa primeira transa, o cinema, o dvd do guns que não assistimos, todos os telefonemas e mensagens, todas nossas transas, o dia que nos chamaram de Camelo e Mallu, as pizzas, as pipocas, as tentativas de ver filmes, a festa em NH com o ônibus mais maluco do mundo, minha calça de pneu, o receio que eu tinha de conhecer tua avó e o que ela disse quando a conheci, será que nada disso você leva em conta?? cantar móveis pulando na calçada com as pizzas… e todas as vezes que eu dava um jeito pra te ver, todas as surpresas que tentei te fazer, tudo o que eu sinto.. foi em vão???
dói saber que o cara mais foda que eu já conheci, o cara que eu mais gostei em toda minha vida, que me faz uma pessoa melhor, enfim, o cara que mudou minha vida não gosta de mim tanto quanto eu gosto dele e por causa de um deslize meu, eu nunca o terei. não por inteiro. não como eu quero.
isso dói e muito.
mas ok, quero te ver bem e talvez você mereça alguém bem melhor que eu, que não tenha tantos defeitos assim e consiga não se apegar tão fácil e rápido ao cara mais perfeito que ela conhece.
Espero que você seja MUITO, mas MUITO feliz, mesmo longe de mim. Porque nesses 2 meses e 19 dias, tu me fez a pessoa mais feliz do mundo. eu te gosto e muito.
*Escrito originalmente em Junho de 2010.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Ciclo de dores e desamores.
Esse vazio do carnal dói,
e eu que já tinha uma imensa vontade de chorar,
não resisti.
Porém, não choro com lágrimas,
meu choro é o coração que sangra.
É a dor mais doída que voltou.
Por .lola
e eu que já tinha uma imensa vontade de chorar,
não resisti.
Porém, não choro com lágrimas,
meu choro é o coração que sangra.
É a dor mais doída que voltou.
Por .lola
quinta-feira, 3 de março de 2011
De volta
Sei que abandonei o blog, mas hoje na aula de Teorias de Jornalismo senti vontade de reativá-lo e cá estou. Ainda essa semana publico um texto novo (ou nem tão novo assim).
Enfim, mais uma vez decidi voltar pra cá.
beijos, @_alola. =)
Enfim, mais uma vez decidi voltar pra cá.
beijos, @_alola. =)
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Crônica I
Sempre que pego um ônibus ou trem, sento-me à janela e fico observando as pessoas que passam por mim, estejam elas na rua ou sentadas ao meu lado. Fico tentando adivinhar seus nomes, para onde estão indo, o que estão fazendo, quais são suas divagações...
Naquela manhã fria, logo que entrei no trem, uma mulher chamou minha atenção. Estava sentada à minha
frente, coberta por uma lã vermelha que lhe caía muito bem, contrastando com o negro cabelo e a pele branca. Deveria ter por volta de 30 anos, chamei-a de Luiza.
Luiza lia seu livro sobre espiritismo, às vezes mudava o foco erguendo a cabeça como se tentasse resgatar na memória alguma lembrança. Sorriso abafado. Olhou para o relógio e de repente fechou o livro. Sua expressão mudou quando viu que já eram 7h53, provavelmente estava atrasada, pois a inquietude tomou conta de si. Quando o trem parou, Luiza desceu correndo e suas luvas permaneceram no canto do banco. Já não dava mais tempo, o trem já havia partido.
E Luiza? Acredito que estava atrasada para o trabalho ou para alguma consulta médica. Dias depois encontro-a atravessando a rua, estava de braços dados com o namorado. Eu a avistei de longe e reconheci. Infelizmente o motorista do ônibus não teve a mesma sorte que eu. Luiza tinha 33 anos e dias antes tinha ido ao médico, pois estava grávida de um mês.
Por .lola
Naquela manhã fria, logo que entrei no trem, uma mulher chamou minha atenção. Estava sentada à minha
frente, coberta por uma lã vermelha que lhe caía muito bem, contrastando com o negro cabelo e a pele branca. Deveria ter por volta de 30 anos, chamei-a de Luiza.
Luiza lia seu livro sobre espiritismo, às vezes mudava o foco erguendo a cabeça como se tentasse resgatar na memória alguma lembrança. Sorriso abafado. Olhou para o relógio e de repente fechou o livro. Sua expressão mudou quando viu que já eram 7h53, provavelmente estava atrasada, pois a inquietude tomou conta de si. Quando o trem parou, Luiza desceu correndo e suas luvas permaneceram no canto do banco. Já não dava mais tempo, o trem já havia partido.
E Luiza? Acredito que estava atrasada para o trabalho ou para alguma consulta médica. Dias depois encontro-a atravessando a rua, estava de braços dados com o namorado. Eu a avistei de longe e reconheci. Infelizmente o motorista do ônibus não teve a mesma sorte que eu. Luiza tinha 33 anos e dias antes tinha ido ao médico, pois estava grávida de um mês.
Por .lola
Ele se achava o máximo,
então escrevi isto em sua 'homenagem'...
"Pra que usar a bebida como morfina?
Se você não aguenta sua vida Vazia
Pare de disfarçar, fingindo que tem mil amigos
Se na verdade você está Só
Quando o efeito do álcool passar
e não estiver Ninguém ao seu redor
Abra mais uma lata, beba mais um pouco
e volte a ser o Bobo da Corte
Todos sabem que você Não possui Nada
mas não se preocupe, eles também não!
Você se diz um beatleamaníaco e fala que
o Paul é o seu preferido
Só usa terninho e cabelo moptop para [a]parecer
legal e faz pose cheirando pó
Tudo isso só para ter amigos que
não existem quando amanhece e a festa Acaba."
Por .lola
"Pra que usar a bebida como morfina?
Se você não aguenta sua vida Vazia
Pare de disfarçar, fingindo que tem mil amigos
Se na verdade você está Só
Quando o efeito do álcool passar
e não estiver Ninguém ao seu redor
Abra mais uma lata, beba mais um pouco
e volte a ser o Bobo da Corte
Todos sabem que você Não possui Nada
mas não se preocupe, eles também não!
Você se diz um beatleamaníaco e fala que
o Paul é o seu preferido
Só usa terninho e cabelo moptop para [a]parecer
legal e faz pose cheirando pó
Tudo isso só para ter amigos que
não existem quando amanhece e a festa Acaba."
Por .lola
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
[des]Encontros
Saudades Incontroláveis do que não tive, de um passado que não existiu em mim. O que será que vem agora? e o Que virá depois? o que veio antes não me pertence, mas ainda assim é Meu! minha dor e paixão. palavras escolhidas encolhidas Dentro de um coração.
me perdi
de mim.
me perdi de ti.
por favor, ache-Me em uma esquina qualquer da cidade velha. Estarei sentada na calçada com uma cerveja na mão à sua espera. à Sua espera e de mais ninguém. Não espere. não me Espere. vá ao meu encontro. vá Agora! Vááááá!
me perdi
de mim.
me perdi de ti.
por favor, ache-Me em uma esquina qualquer da cidade velha. Estarei sentada na calçada com uma cerveja na mão à sua espera. à Sua espera e de mais ninguém. Não espere. não me Espere. vá ao meu encontro. vá Agora! Vááááá!
Assinar:
Comentários (Atom)